O Índice PINI de Custos de Edificações, que mede
a variação do custo global de construção,
encerrou o mês de setembro com alta de 0,39%, percentual inferior
à inflação, que segundo o IGP-M (Índice Geral
de Preços de Mercado) foi de 1,29%. Nos últimos 12 meses,
a variação do IPCE foi 3,80% frente aos 5,67% da inflação.
A alta, em setembro, foi provocada sobretudo pelos reajustes nos preços
do cimento Portland e dos agregados, como a areia lavada e a pedra britada.
Os reajustes refletem a alta da inflação em setembro. O
saco de 50 kg do cimento CP II, que custava R$ 13,53, passou a custar
R$ 13,84, gerando uma alta de 2,29%. A areia lavada subiu 1,65%, passando
de R$ 53,79/m3 para 54,68/m3. A pedra britada teve seu preço alterado
de R$ 50,20/m3 para R$ 51,00/m3, o equivalente a 1,59%.

Outros reajustes significativos foram verificados nos preços
do vidro cristal comum e no vidro temperado, que subiram, respectivamente,
6,03% e 5,23%. O vidro cristal comum, cujo preço do metro quadrado
era de R$ 46,46, em setembro passou a ser de R$ 49,26. Já o preço
do vidro temperado passou de R$ 149,26/m2 para R$ 157,07/m2. Em ambos
os casos, os reajustes ocorreram devido ao repasse do fabricante.
Caíram discretamente os preços do eletroduto de PVC, do
lavatório de louça e do perfil de alumínio para caixilho.
A cal hidratada, a chapa compensada e a manta butílica continuam
a ser vendidas pelos mesmos preços de agosto.
