Em outubro, o Índice PINI de Custos de Edificações
encerrou o mês com alta de 0,20%, percentual inferior à inflação
de 1,05% verificada pelo IGP-M (Índice Geral de Preços de
Mercado) da Fundação Getúlio Vargas.
Subiram os preços da areia lavada, de R$ 54,68 para R$ 55,36/m³;
da cal hidradata, cujo saco de 20 kg passou de R$ 5,29 para R$ 5,59 e
do cimento Portland, que contribuiu significativamente para aumento do
IPCE. O saco de 50 kg, antes vendido a R$ 13,84, pulou para R$ 14,42,
um acréscimo de 4,20%. Por causa do reajuste do preço do
cimento, o bloco de concreto ficou 2,87% mais caro: o preço da
unidade passou de R$ 1,05 para R$ 1,08.

Não foram verificadas, em outubro, deflações siginificativas
que contribuíssem para a queda do índice. A maior delas
foi de 1,27%, observada no preço da chapa compensada, que passou
de R$ 10,43 para R$ 10,30/m2.
Variações muito discretas foram percebidas nos preços
do lavatório de louça, da pedra britada e da porta lisa
de madeira; os preços do assoalho de madeira e das luminárias
internas permaneceram estáveis.
De acordo com o IPCE global, construir em São Paulo ficou em média
3,78% mais caro nos últimos 12 meses. No entanto, o percentual
é quase metade do registrado pelo IGP-M no mesmo período
– o índice da Fundação Getúlio Vargas
acumula alta de 6,29%.
