O índice global do IPCE (Índice Pini de Custos de Edificações)
encerrou o mês de fevereiro com alta 0,27%, percentual inferior
à inflação de 0,53% apresentada pelo IGP-M (Índice
Geral de Preços do Mercado) da Fundação Getúlio
Vargas.
A alta do IPCE foi impulsionada pelo aumento da matéria-prima
da barra de aço CA-50. Em fevereiro, o custo do quilo do aço
foi de R$ 3,11, reajuste de 3,5% em relação ao mês
anterior, quando o insumo custava R$ 3/kg e já registrava alta
de 1,74%.

O aumento do cimento influencia pelo segundo mês consecutivo o
preço dos blocos de concreto de vedação. Já
insumos como fechadura completa e tubos de ferro fundido apresentaram
alta devido ao repasse de fornecedores e fabricantes.
O tubo soldável de cobre (classe E) apresentou queda de 0,15%
devido ao repasse dos fabricantes.
Construir em São Paulo ficou em média 4,81% mais caro nos
últimos 12 meses. No entanto, o percentual é quase a metade
do registrado pelo IGP-M, que acumulou alta de 8,67% sobre o mesmo período.
