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Você acha pertinente o temor dos engenheiros de perder mercado para arquitetos?





José Geraldo Beltrani [01/01/2011 22:51]Mensagem imprópria? Clique aqui

-RESPOSTA PARA WDSON, VEJO QUE O GRANDE DESPREPARADO ENTRE OS OPNANTES, É VOCÊ; POIS OS TEUS ARGUMENTOS NÃO PASSAM DE UMA RETÓRICA ANTIGA QUE DESDE O INICIO JÁ TEMIAM A PERDA DE MERCADO PARA OS ARQUITETOS QUE INDISCUTIVELMENTE SÃO OS PROFISSIONAIS MAIS PREPARADOS PARA ESTE NOVO MERCADO ALTAMENTE TECNOLÓGICO. E QUANTO AS DISCIPLINAS QUE DISSE TER CURSADO EM FACULDADE DE ARQUITETURA, CERTAMENTE O SEU GRAU DE ENTENDIMENTO E A SUA ESTREITA VISÃO NÃO LHE PERMITEM IR ALÉM DOS PEQUENOS E MAL EMBASADOS COMENTÁRIOS.
adriano sasse [29/12/2010 18:43]Mensagem imprópria? Clique aqui

Depende da formação profissional!!!! ninguém perde pra ninguém!!! ...sem essa de perder espaço no mercado!!! ...tem profissões que não se modernizam e estão fadadas a desaparecer!!!! hoje vivem falando da tecnologia BIM!!! é uma tendência a empresa de arquitetura e urbanismo fornecer todos os projetos!!! ...e tem um ditado!!! ...quem teme em perde, já esta vencido!! ...Um abraço!!
Camila Macena Cardoso dos Santos [29/12/2010 11:36]Mensagem imprópria? Clique aqui

Olá, sou estudante de arquitetura e assino a revista. A questão não é perder mercado e sim cada profissional se colocar em sua profissão, assim como a grande maioria deste forum diz que nós arquitetos não temos o basico para cálcular muitos deles também não tem capacidade para projetar um espaço/lugar onde as sensações e funções estão relacionadas. Arquitetura não é só isso e como a grande maioria deve saber a construção civil não se dá por apenas um profissional, arquitetos e engenheiros tem que andar juntos, nós temos uma aliaça e um compromisso com a nossa área, a da construção. Eu aprovo o CAU sim,e isso não vai fazer com que os engenheiros e arquitetos não trabalhem juntos, só irá beneficiar os arquitetos com que nós temos direito. O trabalho e as posições empregativas nunca irão mudar, nós sempre vamos precisar dos engenheiros assim como os engenheiros sempre vão precisar dos arquitetos.
ANA PAULA ANTONIA BOLFARINI MONTEIRO [28/12/2010 12:38]Mensagem imprópria? Clique aqui

ACREDITO QUE ESTE TIPO DE CONFLITO SÓ VAI TER UM FIM, DEIXANDO DE SER UM TEMOR, SEM FUNDAMENTO REAL QUANDO NÓS PROFISSIONAIS, TANTO ARQUITETOS QUANTO ENGENHEIROS, TIVEREM A CONSCIÊNCIA DE QUE AMBAS AS CLASSES TÊM O SEU PAPEL A DESENVOLVER EM PROL DE NOSSA SOCIEDADE. ENQUANTO O COLEGA INSISTIR EM BANALIZAR A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO DO OUTRO, OFERTANDO COMO NUMA ESPÉCIE DE BRINDE, AQUILO QUE O OUTRO REALIZA, APENAS PARA VENDER SEU PRÓPRIO TRABALHO, SEM PENSAR QUE ATESTA, ASSIM SUA INCAPACIDADE EM SER BOM NAQUILO QUE FAZ, ESSE TEMOR TERÁ FUNDAMENTO. DE QUE ADIANTA RECICLARMOS A CASCA, PARA ATINGIRMOS ESTATOS QUE NÃO COMPORTAMOS, ENQUANTO SE FAZ NECESSÁRIA UMA REAVALIAÇÃO DE CONCEITOS QUE PRECEDEM ESTE, QUE SÃO OS DE CARÁTER E PRINCÍPIOS? SOMOS DIFERENTES E PRECISAMOS NOS VALORIZAR, JUNTOS, PARA QUE A SOCIEDADE ENTENDA A GRANDEZA DE NOSSO TRABALHO E ENTÃO CADA UM SERÁ IMPRESCINDÍVEL...
LUCIANO FERRETI [28/12/2010 10:36]Mensagem imprópria? Clique aqui

A questão do cálculo estrutural além de importante é decisiva na estabilidade da obra. Porém, o Projeto de Arquitetura, em seu processo de definição dos ambientes internos e da sua aparência externa [estética], é a origem do empreendimento; da sua idealização até a sua concretude como obra. Não considero pertinente esse "temor" dos colegas que podem estar esquecidos de que sempre houve mercado com projetos de arquitetos e cálculos estruturais, dimensionamentos de elétrica, hidráulica, paisagismo, topografia, estudos geotécnicos, aprovação no corpo de bombeiros, etc. Os CREAs existiriam a troco de quê?
LUCIANO FERRETI [28/12/2010 10:16]Mensagem imprópria? Clique aqui

A questão do cálculo estrutural além de importante é decisiva na estabilidade da obra. Porém, o Projeto de Arquitetura, em seu processo de definição dos ambientes internos e da sua aparência externa [estética], é a origem do empreendimento; da sua idealização até a sua concretude como obra. Não considero pertinente esse "temor" dos colegas que podem estar esquecidos de que sempre houve mercado com projetos de arquitetos e cálculos estruturais, dimensionamentos de elétrica, hidráulica, paisagismo, topografia, estudos geotécnicos, aprovação no corpo de bombeiros, etc. Os CREAs existiriam a troco de quê?
Guilherme Pupo [22/12/2010 18:49]Mensagem imprópria? Clique aqui

Nunca vi uma faculdade de engenharia ter histora da arquitetura em seu curriculo. Por outro lado arquitetos tem calculo de estrutura sim.
Ramon Blanco [21/12/2010 19:07]Mensagem imprópria? Clique aqui

A preocupação no seio da engenharia está no fato de que com a aprovação do CAU o país se encaminhará para a correção de um erro histórico: o de engenheiros civis serem legalmente habilitados para projetar ARQUITETURA; este, sim, um absurdo inconcebível em qualquer país desenvolvido. Arquiteto não pode calcular grandes estruturas, Engenheiro Civil não pode projetar Arquitetura. Nenhum dos dois pode exercer uma atividade para a qual NÃO TEM FORMAÇÃO. As atividades devem se complementar e uma não pode sombrear a outra. Aqueles que quiserem exercer as duas atividades que façam complementação curricular acadêmica. E tem mais: Exame de Ordem "já" para os dois cursos. Só assim teremos Arquitetos e Engenheiros Civis recém formados dignos desses títulos.
Gisele Martins [21/12/2010 15:25]Mensagem imprópria? Clique aqui

Eu penso que cada um dos profissionais deveriam fazer o seu papel e principalmente saber qual é a sua função (elas deveriam ser bem delegadas)... pois também existem muitos engenheiros fazendo projeto e colocando coluna clássica em projeto, além de outras coisas mais, achando que é o máximo. Portanto, assim como pode existir o temor entre os arquitetos assumirem determnidas funções, os engenheiros também deveriam saber quais suas funções.
FRANCISCOJOSÉ BRAGA NUNES [21/12/2010 15:20]Mensagem imprópria? Clique aqui

Não vejo como preconceito a reação do Eng.Civis quanto ao projeto da CAU. Todos os que são ativos no mercado, são geração educada nos paradigmas do Regime de Exceção de 1964, onde se dizia que Arquitetos eram bichas ou comunas. A Engenharia Civil toma força, nesta época supracitada, para existir uma contrapartida à Engenharia Militar: nada demais.Só penso que devem ficar quietos e deixar que nós, arquitetos e urbanistas, façamos nosso trabalho que é complementar ao dos engenheiros civis. Em nome de Jesus, parem com este antagonismo! Dependemos uns dos outros e todos de DEUS Pai.Continuemos nosso trabalho, juntos, em harmonia.Paz e Bem.
Mariana Moutinho [21/12/2010 14:20]Mensagem imprópria? Clique aqui

Acredito que essa discução só está fazendo separar as duas áreas (arquitetura e engenharia) quando ambas deveriam andar lado a lado, se complementando NÃO se sobrepondo! Cada um deve ter o seu mercado e saber que precisam dessa parceria para que o projeto realmente saia com qualidade. Devemos parar pra pensar, pois como comentários abaixo já disseram, quem sofrerá mais com isso será o cliente com certeza!
Jonas de Souza Medeiros [21/12/2010 13:36]Mensagem imprópria? Clique aqui

Discordo plenamente do PL, visto que é notório como já citado acima, a atribuição de atividades à arquitetos onde os mesmos não tem formação academica necessária para desenvolve-las com qualidade e segurança. Como é o caso dos sistemas estruturais que coloca em risco a vida dos usuários.
Rodrigo Alves Francisco dos Santos [21/12/2010 13:31]Mensagem imprópria? Clique aqui

Não entendo o temor dos engenheiros, já que eles estão em falta no mercado, não creio que os arquitetos se envolvam em estruturas de grande porte sem ter formação técnica para isso.
Caio Paula de Sá Fernandes [21/12/2010 12:46]Mensagem imprópria? Clique aqui

Porém, descordo com algumas das diretrizes do CAU, pois muitas escolas de arquitetura não possuem porte para formar profissionais que atendam essas especifidades. Assim como as diretrizes do CREA, no qual, se vocês procurarem ler, perceberão que muitas delas contemplam especifidades incongruentes à formação de um engenheiro civil.
Caio Paula de Sá Fernandes [21/12/2010 12:42]Mensagem imprópria? Clique aqui

Caros leitores. Na minha opinião eu acho persistente a criação do CAU, uma vez que dentro do CONFEA há uma sobrerepresentação de profissionais da área de Engenharia, prejudicando, assim, a atuação do arquiteto no mercado de trabalho. Acredito, também, que cada profissão possui atribuições técnicas necessárias para atuar no mercado, dependendo apenas de como cada profissional agiu no seu processo de formação universitária. Sou estudante de arquitetura de uma universidade pública daqui de São Paulo e posso dizer que o curso contempla matérias específicas da Engenharia (incluindo Mecânica dos Solos, Cálculo I, Resmat I-II, Hidráulica etc), as quais são ministradas por professores do curso de Engenharia Civil da universidade.
Ítalo Garcia Gil Marques de Sousa [21/12/2010 08:44]Mensagem imprópria? Clique aqui

Eu só acho que os arquitetos vão se prejudicar com essa decisão. Concordo com a formação de uma classe separada para eles. Penso que seus atributos profissionais já estavam errados dentro do CONFEA. Esse erro não poderia se propagar para o CAU. Passou de 2 pavimentos, se faz necessário conhecimento de mecânica de solos. algo que não existe para esses profissionais. Gostaria de aproveitar a oportunidade e demonstrar minha experiência em estruturas.. O conhecimento em cálculo estrutural não é algo isolado. O entendimento só é possível e facilitado pela assimilação de ferramentas matemáticas mais complexas, como cálculo 3, álgebra linear, estatística e curvas de distribuição de probabilidade (e isso são matérias básicas, que eles não têm). Depois tem, circulo de mohr, teoria das estruturas hiperestáticas. Interpretação de diagramas de esforços.. e por ai vai.
Ítalo Garcia Gil Marques de Sousa [21/12/2010 08:43]Mensagem imprópria? Clique aqui

....O conhecimento de fenômenos físicos diversos e dimensionamento de instalações também contribuem para o entendimento de projetos estruturais, pois a marcha de cálculo tem o mesmo procedimento. Sem falar das Normas que são livros, mas não são manuais.. Já vi palestras de arquitetos que se dizem mestres em estruturas metálicas e posso dizer que são vazias e satisfazem somente aos leigos. Muitas teses de mestrados são conclusões repetidas de algum mestre que realmente pensou e viveu num passado longo. A graduação para pessoas entendidas já basta. Vivemos numa modernidade em que a imagem é passada como conteúdo. "tenho mestrado disso e ph daquilo" Tem muita gente que não sabe nada, viveu fazendo aquilo que o professor mandava e posta comentários sofistas sobre o assunto. Como engenheiro gostaria de esclarecer isso e realmente não me preocupo com aprovação dessa lei. Os fatos sempre dizem a verdade.
Marcos Cesar Cuiabano Parreira [20/12/2010 20:31]Mensagem imprópria? Clique aqui

Por quê não se discute a situação dos tecnólogos em eng. civil? Eles estudam menos que os eng. civis, porém conseguem atribuições semelhantes, inclusive são considerados profissionais de nível superior, ficando 2 anos na escola. Isso sim é um absurdo. Precisamos de bons engenheiros rodoviários, sanitaristas, disciplinas que são mal ministradas em várias escolas de Engenharia Civil do país. Esta discussão com os arquitetos é desviar o assunto, pois devemos melhorar as Escolas de Engenharia, rever a grade curricular. Se os arquitetos quiserem calcular, que o façam, o mercado irá decidir se são competentes ou não.
Marcos Cesar Cuiabano Parreira [20/12/2010 19:53]Mensagem imprópria? Clique aqui

Creio que há um equívoco em algumas análses, pois parece que os engenheiros civis só entendem de cálculo estrutural e arquitetos são artistas. A grade do curso de arquitetura também contempla disciplinas ligadas á estrutura, inclusive, é uma das razões que distinguem um arquiteto de um decorador. Em BH, na escola de arquitetura do Instituto Izabela Hendrix, vários professores possuem mestrado em estruturas metálicas na UFOP, por exigência da escola, para aperfeiçoamento de seu corpo docente nesta disciplina, com conhecimento nesta área superior a muitos engenheiros. Se um arquiteto tiver condições de se especializar em estruturas e competência para prestar serviços nesta área, que o faça,assim como também existem engenheiros especializados em urbanismo. Também apóio a criação do CAU. Os CREA são dirigidos por engenheiros, creio ser justo que os arquitetos tenham o seu Conselho, trabalhando em parceria com o CREA/CONFEA.
gilberto gatti lopes [20/12/2010 15:54]Mensagem imprópria? Clique aqui

vivemos essa epoca infelizmente ... onde todos querem ser especializados em TUDO e na pratica ninguem sabe NADA em profundidade. engenheiro e arquiteto deveriam praticar melhor suas complementaridades, mas o primeiro passo para isso é o dialogo , e esse item a humanidade já aboliu faz tempo ...
Ítalo Garcia Gil Marques de Sousa [20/12/2010 02:29]Mensagem imprópria? Clique aqui

É claro que para ser um calculista é preciso se especializar. Porém, é mais prudente um Engenheiro Civil especializado em estruturas do que um Arquiteto. Se o mesmo quiser tal ofício, primeiro ele deverá cursar engenharia, para depois se especializar em estruturas.. Senão Senhores, para quê serviria um Engenheiro? A combinação de faculdades ruins e estudantes sem estímulos resulta em Engenheiros desqualificados.. Isso é comum em todas as profissões. Mas nem por isso, deve-se atribuir uma função de uma profissão a outra. Os Arquitetos estão absolutamente responsáveis pela arte e ganham muito bem, melhor do que os engenheiros, para exercerem essa função. Está faltando objetividade, clareza. Mas pudera, no nosso País admitimos parlamentares, ex BBBs, jogadores de futebol, comediantes, cantores de forró, marqueteiros, menos políticos. Vamos dar o trabalho correto ao profissional específico. E chega de romantismo histórico e espertaria.
Amanda Aragão da Silva [19/12/2010 22:32]Mensagem imprópria? Clique aqui

História também faz parte...ela é capaz de esclarecer melhor, aos que tem dúvidas, as diferenças dessas duas áreas tão belas, tão necessárias, tão próximas e tão dependentes uma da outra...
Amanda Aragão da Silva [19/12/2010 22:30]Mensagem imprópria? Clique aqui

Assim como o arquiteto é responsável pelo projeto arquitetônico, que deverá ser harmônico, contemplar o aproveitamento dos espaços, recursos naturais, ergonomia e, também, as melhores condições visuais; tudo isso a fim de proporcionar ao usuário bem estar. Por isso, para os que pensam que arquitetura é puramente estética...aconselho buscar melhores informações sobre O QUE É ARQUITETURA E URBANISMO, pois está claro que não sabe 1% do que essa profissão significa. Mas também pudera...é uma das mais antigas...tem muito a estudar, afinal, existe desde que mundo é mundo e incluía tudo de construção, projeto e execução, tendo se dividido somente no renascimento, quando, de fato, surgiu, digamos, a denominação engenharia, com o aprimoramento dos desenhos em papel, os primeiros projetos arquitetônicos, foi possível dividir o trabalho que era todo do idealizador, em geral denominado até então, arquiteto ou artista...
Amanda Aragão da Silva [19/12/2010 22:25]Mensagem imprópria? Clique aqui

É triste ver comentários tão distorcidos para uma questão séria e importante para o cenário da construção brasileira...Ao meu ver, a criação do CAU se faz necessária pois norteará pontos importantes e dará maior condição de trabalho aos arquitetos; a profissão hoje fica limitada em meio a um conselho que é, em maior parte, formado por engenheiros, e muitos deles com pensamentos semelhantes aos postados neste fórum, é notório que a imparcialidade, muitas vezes, na prática não acontece. Quanto a questão da responsabilidade pelas estruturas, minha opinião é que ela deve ser dada a quem for especializado para tal e não falo somente de graduação, pois nem mesmo a grade de engenharia contempla a formação plena de um calculista, especialização e experiência são essenciais. Claro que haverá mais engenheiros para a estrutura, afinal, é uma função completamente voltada para esses profissionais.
VINICIUS FRANCO ARAUJO [19/12/2010 12:40]Mensagem imprópria? Clique aqui

Devemos prestar atenção no Art.3º do referido PL, mais precisamente nos seguintes parágrafos: "§1º-O CAU/BR especificará, atentando p/o disposto no caput, as áreas de atuação privativas dos arquitetos e urb e as áreas de atuação compartilhadas com outras profissões regulamentadas. §4º-Na hipótese de as normas do CAU/BR sobre o campo de atuação de arquitetos e urb contradizerem normas de outro Conselho prof a controvérsia será resolvida por meio de resolução conjunta de ambos os conselhos. §5º-Enquanto não editada a resolução conjunta de que trata o §3º, ou, em caso de impasse, até seja resolvida a controvérsia, por arbitragem ou judicialmente, será aplicada a norma do Conselho que garanta ao profissional a maior margem de atuação." Acredito que a hipótese de resolução em conjunto é quase nula, tendo em vista que dentro do mesmo Conselho não está havendo consenso entre Arquitetos e Engenheiros Civis sobre a aplicação da Resolução 1010. O mais provável será acontecer como na Argentina que há 30 anos passou por esse processo de separação dessas profissões e tem uma enxurrada de processos na justiça
VINICIUS FRANCO ARAUJO [19/12/2010 11:47]Mensagem imprópria? Clique aqui

Devemos prestar atenção no Art.3º do referido PL, mais precisamente nos seguintes parágrafos: "§1º-O CAU/BR especificará, atentando p/o disposto no caput, as áreas de atuação privativas dos arquitetos e urb e as áreas de atuação compartilhadas com outras profissões regulamentadas. §4º-Na hipótese de as normas do CAU/BR sobre o campo de atuação de arquitetos e urb contradizerem normas de outro Conselho prof a controvérsia será resolvida por meio de resolução conjunta de ambos os conselhos. §5º-Enquanto não editada a resolução conjunta de que trata o §3º, ou, em caso de impasse, até seja resolvida a controvérsia, por arbitragem ou judicialmente, será aplicada a norma do Conselho que garanta ao profissional a maior margem de atuação." Acredito que a hipótese de resolução em conjunto é quase nula, tendo em vista que dentro do mesmo Conselho não está havendo consenso entre Arquitetos e Engenheiros Civis sobre a aplicação da Resolução 1010. O mais provável será acontecer como na Argentina que há 30 anos passou por esse processo de separação dessas profissões e tem uma enxurrada de processos na justiça
Marcos Cesar Cuiabano Parreira [19/12/2010 09:10]Mensagem imprópria? Clique aqui

O fato de possuir atribuição para elaborar projetos estruturais não siginifica que todos engenheiros civis serão calculistas. Sou engenheiro civil, entretanto, não trabalho com cálculo estrutural. Para fazê-lo, deveria cursar uma especialização ou pós em estruturas. Os softwares de cálculos estrutural são ótimas ferramentas, mas é preciso saber analisar resultados, conhecer parâmetros, não é apenas entrar com dados e o projeto está pronto. Projetos mais complexos precisam de uma análise profunda quanto à segurança, desempenho e também, custo, este é o diferencial do bom calculista, trabalhar bem no limite da segurança. Posso fazer um cálculo estrutural, mas o orçamento vai ser gasto na armadura. Não pensem que os engenheiros civis, ao se formarem, sairão grande calculistas, isto é falácia, a grade do curso de engenharia civil é insuficiente para que o aluno seja um bom calculista, no máximo, pode proprocionar uma boa base para uma pós-graduação na área.
Ítalo Garcia Gil Marques de Sousa [18/12/2010 17:48]Mensagem imprópria? Clique aqui

Arquitetura e Engenharia Civil têm vocações profissionais muito específicas. O Arquiteto, é especialista em desenho. O Engenheiro em cálculo, seja estrutural, seja hidráulico. É claro que um Arquiteto para fazer um projeto da geometria de uma casa, da arquitetura de uma casa, tem que saber o que é um pilar, uma viga e uma laje. Mas daí, saber o comportamento dos mesmos e seus critérios de dimensionamento já é outra estória. Terá que fazer no mínimo 2 anos de matérias específicas de Engenharia, além de um ano de preparação matemática e física para as mesmas. Ou seja três anos a mais de faculdade. Isso se o Arquiteto aspirante a Engenharia não repetir em nenhuma disciplina.. O que acho improvável, pois mesmo para quem tem o dom de calcular, não é fácil, e, repete várias vezes uma determinada disciplina de Engenharia.
Ítalo Garcia Gil Marques de Sousa [18/12/2010 17:46]Mensagem imprópria? Clique aqui

Para um Engenheiro dimensionar elementos estruturais, o mesmo deve saber um pouco de desenho.. Mas saber os vários tipos de tipografias de linhas, as ciências das representações gráficas, etc, é assunto de Arquitetos. Devemos respeitar muito bem esta distinção nata entre estes profissionais. Agora, o Brasil é o país do carnaval, não é mesmo? Quando vamos mudar essa alcunha?.
Guilherme Shoiti Ueda [17/12/2010 20:20]Mensagem imprópria? Clique aqui

Não compreendo os comentários. Nas atribuições ATUAIS dos arquitetos, já constam: Estruturas - Desenvolvimento de Estruturas // Aplicação Tecnológica de Estruturas. Não há alterações nas atribuições, e a matéria deixa isto claro; não haverá mudança no mercado de trabalho de calculistas por causa deste PL.
Severino Joaquim da Silva [17/12/2010 17:48]Mensagem imprópria? Clique aqui

Srs., Independentemente de ser Arquiteto ou Engenheiro, para ser calculista,ambos devem que ter uma Especialização voltada para cálculo e toda uma vivência Profissional focada no assunto.Srs, Calculistas não há o que temer.
Estevao Torresi Gialluisi [17/12/2010 17:09]Mensagem imprópria? Clique aqui

Estou vendo alguns colegas distorcerem a questao que é importante: a atribuição para calculo estrutural. Conhecimento de obra muito arquiteto tem sim. Que o arquiteto e o engenheiro têm que trabalhar em harmonia também. Como engenheiro nao tenho dúvida. Mas saber fazer projeto de estrutura é outra coisa. Como disse abaixo, tenho certeza que 99% dos arquitetos não sabem. A propria universidade não os ensinam. Não é o foco da arquitetura. esse tipo de discussão só acontece no Brasil, país em que as pessoas não conseguem ter um minimo de clareza no que diz respeito a conceitos e regras. Arquitetura é Arquitetura e Engenharia é Engenharia. O brasileiro complica demais.
Estevao Torresi Gialluisi [17/12/2010 16:59]Mensagem imprópria? Clique aqui

Não tenho medo de perder mercado para os arquitetos porque tenho a certeza absoluta que no máximo 1% deles sabem fazer projeto estrutural. De mais de 20 arquitetos que conheço, apenas um diz saber, e ainda assim é apenas um projetinho de fôrmas com posições e dimensões de vigas, pilares e lajes. Ou seja, não é um projeto estrutural.
PAULO CESAR SILVA [17/12/2010 15:25]Mensagem imprópria? Clique aqui

De outro lado um aeroporto, ou um shopping projetado por um engenheiro civil, jamais poderá ser equiparado a um projetado por um arquiteto. Como já postaram aqui, creio que cada um deve se limitar a sua área. Já não vivemos mais na era medieval, estamos caminhando para a era das especializações e a tendência é que o Engenheiro de Estruturas seja uma nova profissão. Cada profissional será mestre naquilo que faz, e quem sairá ganhando não serei eu "conhecedor de tudo" mas a sociedade que contará com profissionais especialistas em cada parte de um todo.
PAULO CESAR SILVA [17/12/2010 14:34]Mensagem imprópria? Clique aqui

Projetar estruturas não se limita somente ao uso de um software, mas ao profundo conhecimento de estática de estruturas, eficiência na elaboração de cálculos numéricos, ampla ciência das propriedades físicas e químicas dos materiais, experiência em canteiro de obras, enfim estas e outras ciências que se exige de um técnico que se esmerou para obtê-lo tanto academicamente como praticamente. Sou da opinião que arquitetos deveriam se preocupar em elaborar projetos que envolvem espaço e estética e engenheiro projetos que envolvem estruturas e instalações. Existem engenheiros civis e engenheiros cálculistas, nem todo engenheiro civil projeta estruturas, imaginem se liberarem aos arquitetos a responsabilidade de projetarem pontes ou estruturas protendidas. Este PL poderia ser um divisor de águas entre as duas profissões que vem se confundido a décadas no Brasil, mas não souberam aproveitar a oportunidade e antes estão piorando ainda mais a situação a qual poderá ser um tiro no pé da nação.
NAIR PAULO CABRAL [17/12/2010 14:11]Mensagem imprópria? Clique aqui

Em resposta ao comentário do Wdson: Você precisa conhecer mais Arquitetas, pois te garanto, que pelo menos aqui no Rio existem dezenas de arquitetas que comandam obras de médio e grande porte, e são capacitadas.
NAIR PAULO CABRAL [17/12/2010 13:59]Mensagem imprópria? Clique aqui

Não podemos generalizar a grade curricular das universidades. Realmente, tem curso de arquitetura que é voltado para a plástica, mas existem aqueles que ensinam muito bem sobre o comportamento do solo, fundações e cálculo estrutural. Conheço universidades de engenharia, que possuem o conteúdo da disciplina de instalações inferior ou igual ao curso de Arquitetura. Da mesma forma que existem excelentes Arquitetos que são bons engenheiros, existe excelentes engenheiros que são bons arquitetos.
Marco Lucas Penha de Carvalho Ferreira [17/12/2010 13:04]Mensagem imprópria? Clique aqui

Sou arquiteto desde 1990, e desde então trabalho na construção civil, do projeto até o final da construção, inclusive no seguimento de construção industrial de grande porte. Fico espantado ao ver o nível dos engenheiros que manifestam-se contra a atuação profissional que nos cabe (por direito) enquanto arquitetos. Como é possível um bom arquiteto desenvolver seu projeto sem possuir total conhecimento das técnicas construtivas por ele propostas, dos ritos necessários para o planejamento da construção e seu acompanhamento. Basta que os engenheiros que estão criticando de forma negativa o projeto de Lei 4413/08, trabalhem com bons arquitetos para compreenderem o quanto estão errados.
FABRÍCIO CASARIN DA SILVA [17/12/2010 12:05]Mensagem imprópria? Clique aqui

Sou engenheiro civil e trabalho com execução de obras. Tenho muitas dificuldades com os projetos que recebo na obra. A compatibilização hoje em dia é fundamental para o bom andamento da obra. Eu concordo que os arquitetos tem sua imensa importância para os projetos arquitetônicos, mas quanto á tocar uma obra, ou realizar projetos estruturais eu discordo plenamente. Apoio a iniciativa de tentar barrar esse projeto de lei que ao meu ver é um prejuízo para a sociedade. Penso que os dois profissionais tem que trabalhar juntos, cada um na sua mas sempre dialogando e assim termos o resultado esperado.
DAVID PEREIRA NASCIMENTO [17/12/2010 12:02]Mensagem imprópria? Clique aqui

Atualmente a escolha de atuação profissional é livre e lastreada no conhecimento técnico, na competência experiência e segurança. O grande perigo do PL é a possibilidade presente ou futura de se tornarem privativas dos arquitetos atribuições que hoje são de variadas especialidade da engenharia. O temor é que em geral grandes mentiras começam com fragmento da verdade para torná-las críveis. Quem quiser trabalhar que trabalhe.... Quem quiser, como no passado, ser engenheiro e arquiteto que seja... Apenas capacite-se.... E não venham com criação de feudos... Sou engenheiro civil e casado com uma arquiteta a 33 anos ... Trabalhamos de forma harmoniosa. Tem razão o arquiteto Zanettini a interação é extremamente salutar.
TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO - 6.ª REGIÃO [17/12/2010 11:40]Mensagem imprópria? Clique aqui

A NBR 13532 (ABNT, 1995) define assim, os objetos do projeto de arquitetura: "A concepção arquitetônica da edificação, dos elementos da edificação, das instalações prediais e dos seus componentes construtivos deve abranger a determinação e representação dos aspectos indicados em 3.1.1 a 3.1.3 (edificação e instalações prediais). Os aspectos relacionados com as engenharias dos elementos e instalações da edificação e dos seus componentes construtivos, bem como dos materiais para construção, também devem ser determinados e representados para efeito de orientação, coordenação e conformidade de todas as demais atividades técnicas do projeto". Portanto, o arquiteto, estética à parte, precisa se preparar p/ viabilizar seus projetos, especificando e fiscalizando, por que não?
jorge rafael cabrera rojo [17/12/2010 11:39]Mensagem imprópria? Clique aqui

as atribuições que esta se propondo na nova lei, colocam em confronto as duas categorias,, pois os arquitetos, pelo menos os que eu conheço e nao sao poucos, nao teriam conhecimentos tecnicos suficientes para toda a qtde de atribuições que esta no projeto de lei, pois arquiteto nao esta preparado para executar obras de porte medio a grande e muito menos obras estruturais, orçamentos e planejamentos e projetos estruturais de obras a partir de 3 ou 4 andares,, aonde para isto e obrigatorio o ocnhecimentos de estudos e relatorios de comportmento dos solos,, e fundações que nao cabe em nehuma grade curricular de arquiteto, quanto a instalações de hidraulica, esgoto drenagem so tem o conhecimento basico,, e isto e pouco para designar atribuição geral para um profissional que nao tem opreparo quantoa esse assunto, falando da area de orçamentos e arbitrariedades piora situação, jorge rafael cabrera,, eng orçamentista
JOAO CARLOS CORREIA [17/12/2010 10:28]Mensagem imprópria? Clique aqui

É uma pena que ninguem lê ou sabe ler e entender. Se os engenheiros que assinaram a carta para os deputados procurassem se informar melhor saberiam que as Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de Arquitetura e Urbanismo exige os conhecimentos especificos de sistemas estruturais e com isso comprovam a ignorancia do conhecimento. Agora, precisamos mesmo é agradecer ao elogio que eles nos fazem: ...OS ARQUITETOS SÃO SUPERIORES AOS ENGENHEIROS". Outra coisa, não sei como esta revista conceituada cai nessa, sem verificar a outra parte. A carta enviada pelos engenheiros está dando frutos a processos.
Diego Meira de Lacerda [17/12/2010 10:27]Mensagem imprópria? Clique aqui

Realmente engenheiros não possuem a capacitação necessária para projetos arquitetônicos e arquitetos não possuem capacitação para atuar em obras ou mesmo realizar cálculos estruturais.Estou perto de terminar engenharia civil e só cursei 3 disciplinas de projeto arquitetônico, gostei dessa área, mas só posso atuar com alguma especialização ou mestrado. Um grande problema dos cursos modernos (após o taylorismo) é justamente a especialização, que cada vez o profissional sabe muito de pouco coisa, enquanto que antigamente sabia pouco de muita coisa. Não sei se isto é certo ou errado o que eu sei é que cada profissional deve atuar em sua área e isso não deveria ser discutido. "Cada um no seu quadrado".
Diego Meira de Lacerda [17/12/2010 10:22]Mensagem imprópria? Clique aqui

Realmente engenheiros não possuem a capacitação necessária para projetos arquitetônicos e arquitetos não possuem capacitação para atuar em obras ou mesmo realizar cálculos estruturais.Estou perto de terminar engenharia civil e só cursei 3 disciplinas de projeto arquitetônico, gostei dessa área, mas só posso atuar com alguma especialização ou mestrado. Um grande problema dos cursos modernos (após o taylorismo) é justamente a especialização, que cada vez o profissional sabe muito de pouco coisa, enquanto que antigamente sabia pouco de muita coisa. Não sei se isto é certo ou errado o que eu sei é que cada profissional deve atuar em sua área e isso não deveria ser discutido. "Cada um no seu quadrado".
Diego Meira de Lacerda [17/12/2010 10:10]Mensagem imprópria? Clique aqui

Realmente engenheiros não possuem a capacitação necessária para projetos arquitetônicos e arquitetos não possuem capacitação para atuar em obras ou mesmo realizar cálculos estruturais.Estou perto de terminar engenharia civil e só cursei 3 disciplinas de projeto arquitetônico, gostei dessa área, mas só posso atuar com alguma especialização ou mestrado. Um grande problema dos cursos modernos (após o taylorismo) é justamente a especialização, que cada vez o profissional sabe muito de pouco coisa, enquanto que antigamente sabia pouco de muita coisa. Não sei se isto é certo ou errado o que eu sei é que cada profissional deve atuar em sua área e isso não deveria ser discutido. "Cada um no seu quadrado".
WALTER MARTINS DE SOUZA [17/12/2010 10:08]Mensagem imprópria? Clique aqui

A questão não é perder o mercado e sim vidas, pois A Universidade de Arquitura ensina o estético a de Engenharia os cálculos e as soluções um exemplo disso é o Arquiteto Oscar Niamaya ounde ele vários estrutureiros para calculoas as sus formas
Ivan Bueno [17/12/2010 09:57]Mensagem imprópria? Clique aqui

Os arquitetos não têm competência técnica para atuarem nas áreas da engenharia, como engenheiros, e deve-se salientar que tampouco os engenheiros têm competência para atuar como arquitetos. Vejo um retrocesso na criação do CAU. Por muito tempo houve uma "rivalidade" entre as profissões, sendo que ambas são importantes e complementares. Não há a menor necessidae de criação de um Conselho específico para os arquitetos. A necessidade que há, e sempre houve, é a de uma definição mais rigorosa e rigida das atribuições de cada profissional. Arquiteto tem que fazer serviços de arquitetura, e só ele, sem entrar em nada nas atribuições de um engenheiro, seja civil, eletricista etc. Da mesma forma, um Engenheiro Civil tem que fazer serviços de sua atribuição pertinente ao curso e à sua grade curricular, sem entrar em nada nas atribuições de um Arquiteto ou mesmo de outra engenharia. Definindo-se CLARAMENTE e RIGOROSAMENTE as atribuições. Um bom conselho basta, com atribuições corretas!
Diego Meira de Lacerda [17/12/2010 09:49]Mensagem imprópria? Clique aqui

Esse assunto é bastante complexo, pois envolve a segurança de uma edificação e consequentemente vidas. É preciso reconhecer que para atuar nesta área não se pode utilizar apenas os recursos computacionais, os programas ainda não fazem tudo. A base é necessária, se o profissional não tem essa base não há o que discutir. Se algo acontecer com a estrutura quem vai responder é o profissional que realizou os cálculos, os arquitetos que se envolverem nessa área sabem da responsabilidade. Na minha opinião essa lei não deveria ser aprovada, mas se for não há o que temer, pois o profissional mais capacitado terá seu lugar no mercado de trabalho, se um arquiteto é mais capacitado que um engenheiro é mais que justo que ele ocupe a vaga desse engenheiro. E como nosso amigo disse, " quem sai ganhando é a construção brasileira".
VALNER JOSÉ SAIA [17/12/2010 09:33]Mensagem imprópria? Clique aqui

Caros leitores, devemos pensar bem no que está acontecendo, pois isso trará consequências irreparáveis a todos os profissionais e também ao cliente. A atribução concedida não tem nenhuma relação com o conhecimento. Os prof. de arquitetura não possuem formação para qualquer tipo de cálculo estrutural, hidraúlico ou elétrico. O que eles recebem são noções para poderem projetar e discutir os assuntos técnicos com os engenheiros de cada especialidade. Sou a favor que um arquiteto tenha atribuições para tal, desde que seja incluído na sua grade curricular todos os pré-requisitos para o conhecimento. Essa atribuição só poderia ser dada para quem fosse habilitado, para quem estudou, para quem se formou para isso. Um projeto estrutural é sustentado por três bases: segurança, economia e durabilidade. Essa tríade deve ser muito bem respeitada com um único objetivo: o seu cliente! A responsabilidade de um calculista é oferecer a máxima segurança e durabilidade no menor custo atendendo as normas.
VALNER JOSÉ SAIA [17/12/2010 09:31]Mensagem imprópria? Clique aqui

Caros leitores, devemos pensar bem no que está acontecendo, pois isso trará consequências irreparáveis a todos os profissionais e também ao cliente. A atribução concedida não tem nenhuma relação com o conhecimento. Os prof. de arquitetura não possuem formação para qualquer tipo de cálculo estrutural, hidraúlico ou elétrico. O que eles recebem são noções para poderem projetar e discutir os assuntos técnicos com os engenheiros de cada especialidade. Sou a favor que um arquiteto tenha atribuições para tal, desde que seja incluído na sua grade curricular todos os pré-requisitos para o conhecimento. Essa atribuição só poderia ser dada para quem fosse habilitado, para quem estudou, para quem se formou para isso. Um projeto estrutural é sustentado por três bases: segurança, economia e durabilidade. Essa tríade deve ser muito bem respeitada com um único objetivo: o seu cliente! A responsabilidade de um calculista é oferecer a máxima segurança e durabilidade no menor custo atendendo as normas.
Ricardo Moraes Ferraro [17/12/2010 09:11]Mensagem imprópria? Clique aqui

Se nós não temos capacitação técnica para projetar estruturas,e eu concordo que não, então os engenheiros não tem para projetos arquitetônicos, pois como diz o nome, arquitetos que os fazem. Quantas disciplinas de projeto um engenheiro tem na faculdade? Com certeza não chega nem perto das 10 (em média) que nós temos.
Antonio Jabur Lunardelli [17/12/2010 09:05]Mensagem imprópria? Clique aqui

Sou formado em engenharia civil em 1979. Com exceção aos arquitetos formados até 1970, onde a arquitetura era uma opção dentro do curso geral e o arquiteto tinha o mesmo aprendizado da base de cálculos que os engenheiros, o formados após esta data, smj, não tem formação técnica necessária para se aventurar e projetar estruturas com os devidos cálculos. Acho que permitir este tipo de atribuição aos arquitetos com as formações atuais cada vez mais deficientes, é um retrocesso e desserviço ao país, que colocara em risco algumas vidas.
Diego Meira de Lacerda [17/12/2010 08:58]Mensagem imprópria? Clique aqui

Esse assunto é bastante complexo, pois envolve a segurança de uma edificação e consequentemente vidas. É preciso reconhecer que para atuar nesta área não se pode utilizar apenas os recursos computacionais, os programas ainda não fazem tudo. A base é necessária, se o profissional não tem essa base não há o que discutir. Se algo acontecer com a estrutura quem vai responder é o profissional que realizou os cálculos, os arquitetos que se envolverem nessa área sabem da responsabilidade. Na minha opinião essa lei não deveria ser aprovada, mas se for não há o que temer, pois o profissional mais capacitado terá seu lugar no mercado de trabalho, se um arquiteto é mais capacitado que um engenheiro é mais que justo que ele ocupe a vaga desse engenheiro. E como nosso amigo disse, " quem sai ganhando é a construção brasileira".
wdson francisco faria guimaraes [17/12/2010 08:46]Mensagem imprópria? Clique aqui

É um absurdo este PL, pois os arquitetos teêm dificuldade até para somar. Estou formando agora em dez/10 e cursei 2 disciplinas por equivalencia no curso de arquitetura. Afirmo sem aumento que as meninas da arquitetura além de nunca terem pisado numa obra não sabem sequer o básico da matemática, conforme as indagações que faziam aos professores do curso ... Muito predio vai cair...
JORGE LUIZ KOCHE [17/12/2010 08:34]Mensagem imprópria? Clique aqui

O temor concentra-se no fato dos arquitetos não terem a base acadêmica necessária para executar tal função, colocando em risco a construção e seus usuários. Aprender a usar um software de cálculo estrutural é tão simples para o arquiteto como projetar uma residência para o engenheiro. A diferença ou semelhança é que a análise dos resultados do cálculo estrutural requer a mesma profundidade usada para definir as melhores condições projetadas para a arquitetura de um ambiente, e isso são atributos concedidos separadamente aos engenheiros e arquitetos, que durante a sua vida profissional aprimoram investindo em cursos, leituras e na própria experiência. Se cada profissional, seja engenheiro ou arquiteto, realizar as atividades para que foram preparados, quem sai ganhando é a construção brasileira.
 
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